Guaíra Turística é a cidade que todos precisam conhecer e vivenciar

Guaíra Turística é a cidade que todos precisam conhecer e vivenciar

 

Guaíra tem em sua história longos capítulos baseados no potencial turístico. Foi muito conhecida devido a existência das Sete Quedas, considerada as maiores cachoeiras do mundo em volume de água. Após a extinção das quedas, em 1983, a cidade viveu um longo período de luto que parecia não ter fim. A cidade demorou para "se dar um novo norte", "para se encontrar", "para reviver".

 

Quando menos se esperava eis que Guaíra parece finalmente ter saído do luto e volta ao cenário turístico, com a exploração de suas memórias, inclusive do capítulo que deixou tantas saudades, Sete Quedas. É encantador observar como as pessoas voltaram a procurar Guaíra e como a população parece definitivamente ter entendido que, uma Guaíra Turística é possível sim existir e gerar renda.

 

A Secretaria de Turismo, Esporte e Cultura, tem trabalhado nos últimos anos arduamente, para fazer o dever de casa e fomentar o turismo guairense. Realizou melhorias na infraestrutura, otimizou espaços públicos, investiu na reorganização dos ambientes como a Igrejinha de Pedra, Museu e Cine Teatro Sete Quedas, que além de fazer parte da história, guardam inúmeros itens que comprovam a rica história de Guaíra.

 

Nessa gestão foi reaberta a Igrejinha de Pedra, com um prédio anexo, onde foi instalado o Departamento de Cultura para melhor atender os visitantes do cartão postal. No Cine Teatro Sete Quedas, foi instalado ar condicionado, realizadas melhorias na estrutura dos banheiros, palco, tela para receber inúmeros shows e apresentações cinematográficas.

 

Os departamentos de Esporte e Turismo também foram alocados em outro ponto turístico, o Centro Náutico Marinas, que possibilitam além do melhor atendimento ao público, ter uma base para realização de eventos e também cuidar melhor do patrimônio. O Centro Náutico recebeu obras de reformas das quadras poliesportivas, a instalação de uma arena sintética e a construção de uma quadra para esportes de areia. Quiosques estão sendo reformados assim como as barracas das etnias que formam a maior festa beneficiente do Estado. Ganhou adequação para receber motorhomes e demais campistas, além de ter sido palco de dois encontros internacionais dos amantes das casas sobre rodas.

 

Eventos como Torneio Internacional de Pesca, Cicloturismo, Moutain Bike, Mais Verão, Musinic, Corridas e Caminhadas para adultos e crianças também fizeram a diferença e vieram para ficar, elevando cada vez mais, o nome de uma Guaíra turística de vários segmentos.

 

A luta para empreender novos projetos como muro de arrimo na Beira Rio, readequação do portal turístico, infraestrutura para exploração ambiental do Parque Nacional de Ilha Grande, fazem parte do que vem por ai. Camila Terron , Secretária de Turismo, Esporte e Lazer, junto com sua equipe, tem lutado para que a Itaipu seja parceira nesses e em demais projetos. Além de ter colocado Guaíra novamente na lista das grandes empresas, associações, conselhos exposições e feiras turísticas.

 

Com essas ações já é possível observar alguns números expressivos. Em 2016 por exemplo, o Museu Municipal recebeu 900 visitas. Em 2017, após a mudança do Departamento de Cultura para o Centro Histórico, o número de visitantes cresceu para 3.500 pessoas.

 

Em 2018 circuito histórico cultural foi definitivamente oficializado, recebeu investimentos, e devido a isso, o Cine Teatro e o Museu Sete Quedas estiveram fechados por três meses. E mesmo assim, 2018 registrou 3.400 visitas, que quando analisada eleva a média de visitantes para aproximadamente 370 pessoas ao mês. Essa população, não somente conheceu os espaços físicos, mas também a histórica da cidade por intermédio de guias turísticos ou pelo atendimento dos servidores do Departamento de Cultura.

 

 

 

 

Definitivamente Guaíra está revivendo. Nem tudo ainda está como planejado, mas já é possível vislumbrar que o caminho pelo turismo pode e deve ser explorado. Guaíra nasceu turística e pretende nunca mais morrer.

 

São inúmeras atrações. Conheça o roteiro turístico histórico que envolve a Igrejinha de Pedra, as casas da Vila Velha, a Praça Eurico Gaspar Dutra, que abriga parte da locomotiva que transportava Erva Mate, o Cine Teatro Sete Quedas, a antiga Prainha e o Museu Sete Quedas. Para quem quer ir além, também é possível contratar passeios de barcos para conhecer as ilhas do parque Nacional de Ilha Grande, curtir o sol nas praias de areia no meio do rio, visitar o Atelier do Frei Pacífico, repleto de obras artesanais talhadas em madeiras, degustar o prato típico da cidade, o Peixe na Telha servido em vários restaurantes da cidade, ou se deliciar com o chá "Cozido" e a tradicional "Chipa" Paraguaia servida no anexo ao lado da capela da Virgem de Caacupê, hospedar-se em um dos bons hotéis, realizar caminhadas observando a linda e pitoresca cidade com belas árvores e ar quente, fazer compras no Paraguai após atravessar a Ponte Fluvial Ayrton Senna com 3,5km de extensão e apreciar uma das melhores paisagens, banhar-se nas margens do Rio Paraná em épocas de baixa das águas, curtir uma boa pescaria e se maravilhar com o mais lindo por do sol.

 

Para quem tiver interesse de conhecer uma pouco mais dessa nobre história pode procurar o Departamento de Cultura, que fica ao lado da Igrejinha de Pedra ou ligar no telefone 44 3642 9998. A Igrejinha de Pedra fica aberta segunda a sábado das 7h30min até às 17H e o Museu Municipal de terça a sábado das 9H às 12H e das 14H às 17H.

 

Para quem quiser contratar os serviços de guias particulares pode procurar pela historiadora e presidente do Conselho Municipal de Turismo, Dona Ana Menel (44) 999823 6167, ou o Poeta Galvão (44) 3642 1745, ou o historiador Cristian Aguazo (44) 99165 9084). Para visitação no Ateliê do Frei Pacífico agende pelos telefones (44) 99867 6715 / (44) 99998 1203. Para passeio de Barcos ligue (44) 98414 5959. E para conhecer a Capela da Virgem de Caacupê e saborear um delicioso chá cozido com Chipa Paraguaia, reserve pelo telefone (44) 99738 5012.